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quarta-feira, 30 de maio de 2012

O Frio que Veio de Dentro

Seis homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse - eles o sabiam, todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de poderem sobreviver. O primeiro homem era um racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então ele raciocinou consigo mesmo: - "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro." E guardou-as protegendo-as dos olhares dos demais. O segundo homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um círculo em torno do fogo, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspeto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com o seu lucro, pensou: - "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso?" O terceiro homem era o negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático: - "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado. O quarto homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou: - "Esta neve pode durar vários dias. vou guardar minha lenha." O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas. Nem lhe passou pela cabeça oferecer da lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil. O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosa das mãos, os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. - "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos." Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou. Ao alvorecer do dia, quando os homens do Socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de Socorro disse: - "O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro."

terça-feira, 29 de maio de 2012

O PESO DA ORAÇÃO

Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, aproximou-se do proprietário, conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos, argumentando sobre a enfermidade de seu marido e sua conseqüente impossibilidade de prover o sustento da família. O dono do armazém zombou dela e pediu para que se retirasse do seu estabelecimento. Pensando na necessidade da sua família, a pobre mulher implorou: — Por favor, senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que tiver. Mas ele lhe respondeu que ela não tinha crédito nem conta em sua loja. Em pé, no balcão ao lado, um freguês que ouvia a conversa entre os dois, aproximou-se do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família, por sua conta. Então, o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher: — Você tem uma lista de mantimentos? — Sim! — respondeu ela. — Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar eu lhe darei em mantimentos! Não compreendendo a proposta, a pobre mulher hesitou por uns instantes e, com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel e nele escreveu alguma coisa, depositando-o, em seguida, na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança, com o papel, desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmo com o marcador da balança, o comerciante se virou lentamente para o seu freguês e comentou, contrariado: — Eu não posso acreditar! O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança e, como a escala da balança não equilibrava, pendendo sempre para o lado do pedaço de papel, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido, até que finalmente pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado. Não era uma lista de compras, mas, sim, uma oração, que dizia: “Meu Senhor, o Senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isso em suas mãos...”. O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém. O freguês pagou a conta e disse: — Valeu cada centavo. Só Deus sabe o quanto pesa uma oração. Ao terminar de ler esta mensagem, faça uma oração. É só isso o que você deve fazer. Não existe impossível para DEUS! Jamais desista daquilo que você realmente quer. Lembre-se, a pessoa que tem grandes sonhos é mais forte do que aquela que possui todos os fatos.

sábado, 26 de maio de 2012

A FLOR DA HONESTIDADE

CONTA-SE QUE POR VOLTA DO ANO 250 A.C, NA CHINA ANTIGA, UM PRÍNCIPE DA REGIÃO NORTE DO PAÍS, ESTAVA ÀS VÉSPERAS DE SER COROADO IMPERADOR, MAS, DE ACORDO COM A LEI, ELE DEVERIA SE CASAR. SABENDO DISSO, ELE RESOLVEU FAZER UMA "DISPUTA" ENTRE AS MOÇAS DA CORTE OU QUEM QUER QUE SE ACHASSE DIGNA DE SUA PROPOSTA. NO DIA SEGUINTE, O PRÍNCIPE ANUNCIOU QUE RECEBERIA, NUMA CELEBRAÇÃO ESPECIAL, TODAS AS PRETENDENTES E LANÇARIA UM DESAFIO. UMA VELHA SENHORA, SERVA DO PALÁCIO HÁ MUITOS ANOS, OUVINDO OS COMENTÁRIOS SOBRE OS PREPARATIVOS, SENTIU UMA LEVE TRISTEZA, POIS SABIA QUE SUA JOVEM FILHA NUTRIA UM SENTIMENTO DE PROFUNDO AMOR PELO PRÍNCIPE. AO CHEGAR EM CASA E RELATAR O FATO À JOVEM, ESPANTOU-SE AO SABER QUE ELA PRETENDIA IR À CELEBRAÇÃO, E INDAGOU INCRÉDULA : - MINHA FILHA, O QUE VOCÊ FARÁ LÁ? ESTARÃO PRESENTES TODAS AS MAIS BELAS RICAS MOÇAS DA CORTE. TIRE ESTA IDÉIA INSENSATA DA CABEÇA, EU SEI QUE VOCÊ DEVE ESTAR SOFRENDO, MAS NÃO TORNE O SOFRIMENTO UMA LOUCURA. E A FILHA RESPONDEU : - NÃO, QUERIDA MÃE, NÃO ESTOU SOFRENDO E MUITO MENOS LOUCA, EU SEI QUE JAMAIS PODEREI SER A ESCOLHIDA, MAS É MINHA OPORTUNIDADE DE FICAR PELO MENOS ALGUNS MOMENTOS PERTO DO PRÍNCIPE, ISTO JÁ ME TORNA FELIZ. À NOITE, A JOVEM CHEGOU AO PALÁCIO. LÁ ESTAVAM, DE FATO, TODAS AS MAIS BELAS MOÇAS, COM AS MAIS BELAS ROUPAS, COM AS MAIS BELAS JÓIAS E COM AS MAIS DETERMINADAS INTENÇÕES. ENTÃO, FINALMENTE, O PRÍNCIPE ANUNCIOU O DESAFIO : - DAREI A CADA UMA DE VOCÊS, UMA SEMENTE. AQUELA QUE, DENTRO DE SEIS MESES, ME TROUXER A MAIS BELA FLOR, SERÁ ESCOLHIDA MINHA ESPOSA E FUTURA IMPERATRIZ DA CHINA. A PROPOSTA DO PRÍNCIPE NÃO FUGIU ÀS PROFUNDAS TRADIÇÕES DAQUELE POVO, QUE VALORIZAVA MUITO A ESPECIALIDADE DE "CULTIVAR" ALGO, SEJAM COSTUMES, AMIZADES, RELACIONAMENTOS ETC... O TEMPO PASSOU E A DOCE JOVEM, COMO NÃO TINHA MUITA HABILIDADE NAS ARTES DA JARDINAGEM, CUIDAVA COM MUITA PACIÊNCIA E TERNURA A SUA SEMENTE, POIS SABIA QUE SE A BELEZA DA FLOR SURGISSE NA MESMA EXTENSÃO DE SEU AMOR, ELA NÃO PRECISAVA SE PREOCUPAR COM O RESULTADO. PASSARAM-SE TRÊS MESES E NADA SURGIU. A JOVEM TUDO TENTARA, USARA DE TODOS OS MÉTODOS QUE CONHECIA, MAS NADA HAVIA NASCIDO. DIA APÓS DIA ELA PERCEBIA CADA VEZ MAIS LONGE O SEU SONHO, MAS CADA VEZ MAIS PROFUNDO O SEU AMOR. POR FIM, OS SEIS MESES HAVIAM PASSADO E NADA HAVIA BROTADO. CONSCIENTE DO SEU ESFORÇO E DEDICAÇÃO A MOÇA COMUNICOU A SUA MÃE QUE,INDEPENDENTE DAS CIRCUNSTÂNCIAS RETORNARIA AO PALÁCIO, NA DATA E HORA COMBINADAS, POIS NÃO PRETENDIA NADA ALÉM DE MAIS ALGUNS MOMENTOS NA COMPANHIA DO PRÍNCIPE. NA HORA MARCADA ESTAVA LÁ, COM SEU VASO VAZIO, BEM COMO TODAS AS OUTRAS PRETENDENTES, CADA UMA COM UMA FLOR MAIS BELA DO QUE A OUTRA, DAS MAIS VARIADAS FORMAS E CORES. ELA ESTAVA ADMIRADA, NUNCA HAVIA PRESENCIADO TÃO BELA CENA. FINALMENTE CHEGA O MOMENTO ESPERADO E O PRÍNCIPE OBSERVA CADA UMA DAS PRETENDENTES COM MUITO CUIDADO E ATENÇÃO. APÓS PASSAR POR TODAS, UMA A UMA, ELE ANUNCIA O RESULTADO E INDICA A BELA JOVEM COMO SUA FUTURA ESPOSA. AS PESSOAS PRESENTES TIVERAM AS MAIS INESPERADAS REAÇÕES. NINGUÉM COMPREENDEU PORQUE ELE HAVIA ESCOLHIDO JUSTAMENTE AQUELA QUE NADA HAVIA CULTIVADO. ENTÃO, CALMAMENTE O PRÍNCIPE ESCLARECEU: - ESTA FOI A ÚNICA QUE CULTIVOU A FLOR QUE A TORNOU DIGNA DE SE TORNAR UMA IMPERATRIZ. A FLOR DA HONESTIDADE, POIS TODAS AS SEMENTES QUE ENTREGUEI ERAM ESTÉREIS. A HONESTIDADE É COMO UMA FLOR TECIDA EM FIOS DE LUZ, QUE ILUMINA QUEM A CULTIVA E ESPALHA CLARIDADE AO REDOR - QUE ESTA NOS SIRVA DE LIÇÃO E INDEPENDENTE DE TUDO E TODAS AS SITUAÇÕES VERGONHOSAS QUE NOS RODEIAM , POSSAMOS SER LUZ PARA AQUELES QUE NOS CERCAM .

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Quem Tem o "Filho", Tem Tudo

Um homem rico e seu filho amavam colecionar obras raras de arte. Eles tinham de tudo em sua coleção, desde Picasso à Rafael. Muitas vezes eles sentavam-se juntos para admirar as grandes obras de arte. Quando o conflito no Vietnam eclodiu, o filho foi para guerra. Ele era muito corajoso, e morreu numa batalha enquanto salvava outro soldado. O pai foi notificado e entristeceu-se profundamente pela perda de seu único filho. Cerca de um mês mais tarde, pouco antes do Natal, ouviu-se uma batida na porta. Um jovem estava parado na frente da casa com um pacote grande nas mãos. Ele disse: "O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida. Ele salvou muitas vidas naquele dia, e estava me carregando, ferido, para a segurança, quando uma bala o atingiu no coração e ele morreu instantaneamente. Ele sempre falou sobre você, e seu amor pela arte. O rapaz estendeu seu pacote. "Eu sei que isso não é muito. Eu não sou realmente um grande artista, mas acho que seu filho gostaria que você recebesse isto". O pai abriu o pacote. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem. Ele se assustou com a forma como o soldado havia capturado a personalidade do jovem naquela pintura. O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos do filho na pintura, que os seus próprios olhos se encheram de lágrimas. Ele agradeceu ao jovem e ofereceu pagar-lhe o quadro. "Oh, não senhor, eu mesmo nunca poderia pagar o que seu filho fez por mim. É um presente". O pai pendurou o retrato sobre a sua lareira. Todos os visitantes que vinham à sua casa ele levava para ver o retrato de seu filho, antes de mostrar-lhes qualquer uma das outras grandes obras que havia coletado. Aquele homem morreu alguns meses mais tarde. Foi então realizado um grande leilão de suas pinturas. Muitas pessoas influentes estavam reunidas, animadas de ver as grandes obras e ter a oportunidade de comprar uma para sua coleção. Na plataforma estava o retrato do filho. O leiloeiro bateu o martelo. "Começaremos o leilão com a pintura do filho. Quem pagará mais por essa pintura?" Houve um grande silêncio. Então uma voz no fundo da sala, gritou. "Queremos ver as pinturas famosas. Deixe esta de lado." Mas o leiloeiro persistiu. "Alguém pagará algo por essa pintura? Quem vai iniciar a licitação? 100 dólares, 200 dólares?" Outra voz gritou, com raiva: "Não viemos aqui para ver essa pintura. Viemos para ver os Van Goghs, os Rembrandts. Avance para os lances reais!" Mas ainda assim o leiloeiro continuou. "O filho! O filho! Quem levará o filho?" Finalmente, uma voz se fez ouvir lá do fundo da sala. Era o jardineiro do homem e de seu filho. "Eu darei 10 dólares pela pintura." Sendo um homem pobre, era tudo o que podia pagar. "Temos 10 dólares, quem pagará 20 dólares?" disse o leiloeiro. "Dê a ele por 10 dólares! Vamos ver os mestres." "10 dólares é o lance atual, ninguém faz um lance de 20 dólares?" A multidão estava ficando irritada. Eles não queriam a pintura do filho. Eles queriam trazer mais investimentos para as suas coleções. O leiloeiro bateu o martelo. "Dou-lhe uma, duas, vendido por 10 dólares!" Um homem sentado na segunda fila gritou. "Agora vamos continuar com a coleção!" O leiloeiro baixou o martelo. "Lamento, o leilão acabou." "E as outras pinturas?" "Sinto muito. Quando fui chamado pra conduzir esse leilão, disseram-me um segredo que havia sido estipulado no testamento. Eu não tinha permissão para revelar nada até esse exato momento. Somente a pintura do filho seria leiloada. Quem comprasse essa pintura herdaria toda a propriedade, incluindo as pinturas. O homem que levou o filho fica com tudo! " ... Deus deu seu filho, dois mil anos atrás, para morrer numa cruz cruel. Assim como o leiloeiro, Sua mensagem de hoje é: "O filho, o filho, quem levará o filho?" Porque, você sabe, quem tem o Filho fica tudo. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. " João 3:1 Autor: Woodrow Kroll

quinta-feira, 17 de maio de 2012

A Bíblia e A Cesta de Carvão

Esta é a história de um velho que morava em uma fazenda no campo, com seu neto. Todas as manhãs bem cedo, o vovô se encontrava sentado a mesa da cozinha, imerso na leitura de sua velha Bíblia desgastada. Seu neto, que queria ser como ele, tentava imitá-lo da maneira que podia. Um dia, ele perguntou: "Vovô, eu tento ler a Bíblia como você, mas eu não entendo, e o que entendo eu esqueço assim que fecho o livro. De que adianta ler a Bíblia?" O avô calmamente terminou de colocar o carvão no fogão, virou-se para o neto e disse: "Leve esta cesta de carvão até o rio e traga de volta uma cesta com água." O rapaz fez assim como lhe foi dito mas, como a cesta tinha pequenos furos, muita água vazou antes que ele pudesse voltar para casa. O avô riu e disse: "Você vai ter que se mover um pouco mais rápido da próxima vez", e o mandou de volta para o rio com a cesta, para tentar novamente. Desta vez, o menino correu mais rápido mas, mais uma vez a cesta estava quase vazia antes que ele pudesse alcançar a casa. Sem fôlego, disse ao avô que era "impossível carregar água em uma cesta", e foi buscar um balde novinho. O velho disse: "Eu não quero um balde de água, eu quero uma cesta de água. Você pode fazer isso, só não está se esforçando o suficiente", e saiu pela porta para ver o menino tentar novamente. Neste ponto, o garoto sabia que era impossível cumprir a tarefa, mas queria mostrar ao seu avô que, mesmo que ele corresse o mais rápido que pudesse, a água vazaria antes de chegar na casa. O menino encheu o cesto de água e correu muito, muito, mas quando chegou onde seu seu avô estava, o cesto se encontrava quase vazio, novamente. Sem fôlego, ele disse, "Veja, vovô, é inútil!" "Então você acha que é inútil?" O velho disse: "Olhe para a cesta." O menino olhou para a cesta e pela primeira vez, percebeu que ela parecia diferente. Em vez de uma cesta de carvão suja pela idade, estava limpa. "Meu neto, isto é o que acontece quando você lê a Bíblia. Você pode não entender ou lembrar de tudo mas, quando lê-la, ele vai mudar você de dentro para fora." Assim é a obra de Deus em nossas vidas. Trabalhando para nos mudar de dentro para fora, e lentamente nos transformando à imagem de seu filho. Dedique tempo para ler uma porção da palavra de Deus a cada dia. Ore para que Ele use esta leitura para transformar o seu coração e mente para ele. "De que maneira poderá o jovem guardar puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra". Salmo 119:9 Autor desconhecido

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O RATINHO E A RATOEIRA (100ª Postagem)

Era uma fazenda aonde vivia vários animais, entre eles, o rato, a galinha, o porco e a Da. vaca. Um dia ao acordar o rato todo serelepe foi a procura de comida, qual não foi seu espanto quando deparou com uma ratoeira. Ele saiu correndo e foi pedir ajuda a galinha: Galinha, galinha me ajude! botaram uma ratoeira lá na casa grande e não posso pegar comida. A galinha rindo respondeu: Ratinho e o que que eu tenho com isso, eu não preciso ir lá para comer. Ai o ratinho triste foi falar com o porco: Seu porco me ajuda, botaram uma ratoeira lá na casa. E o porco respondeu: E o que eu tenho com isso, vivo aqui no chiqueiro não tenho nada com a ratoeira. Então o rato foi falar com a Da. vaca. Da. vaca botaram uma ratoeira lá na casa e não to podendo pegar comida , me ajuda. A vaca responde: Olha seu rato eu não vou fazer nada , pois a ratoeira não me atinge aqui no curral. Veio a noite e o ratinho foi dormir, lá pelas tantas horas ouve-se um barulho muito grande a dona da casa se levantou para ver o que era, chegando na cozinha ela deparou com uma cobra presa na ratoeira e a cobra lhe deu uma picada. Ela passando muito mal foi levada ao hospital, quando teve alta ao chegar em casa o marido tratou de lhe fazer uma canja para fortalecê-la, e matou a galinha. Nisso foram chegando os familiares e eram tantos que o marido resolveu matar o porco em comemoração ao reestabelecimento da esposa. Quando a mulher ficou boa de vez, ele então resolveu convidar todos os parente e vizinhos para comemorar, então matou a vaca para fazer um grande churrasco. COMENTÁRIO*: “Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco. O problema de um é problema de todos.” ---------------------------------------------------------------------------------------------- Este conto nos mostra como devemos agir em frente a um problema que a princípio parece ser só do outro. Ensina que devemos ser solidários. Que algo que parece ser totalmente insignificante, pode prejudicar todo mundo. E trazendo para a vida espiritual, quando alguém necessita de ajuda e nos pede, não devemos responder: "Isto é problema seu". Sim porque se somos irmãos em Cristo, o problema de um é problema de todos pois pode atingir toda a comunidade. PENSE: #1) Quantas vezes eu já agi como o ratinho da história? Preocupando-se com toda a gente e buscando ajuda e avisar a todos dos perigos que podem acontecer? #2) Quantas vezes não acabamos agindo como a galinha, o porco e a vaca? Quando alguém vem nos pedir ajuda, deixamos de lado, não damos a mínima atenção e ainda dizemos: "Isto é um problema seu." Ou "Você é que tem que resolver isto." Ou "Isto não me afeta em nada"? #3) Estou sendo egoísta ou solidário com as pessoas ao meu redor? #4) Você tem se preocupado em ajudar as pessoas ou tem se isolado do mundo achando que "cada um cuide da sua própria vida", "cada um cuide de resolver seus próprios problemas"? Fonte:servadosenhor-2010.blogspot.com.br

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Deus Existe - Histórias de Amor

Esta é uma história verdadeira que aconteceu há alguns anos, na Universidade da Carolina do Sul, nos Estados Unidos. Havia um professor de filosofia que era um ateu convicto. Sempre sua meta principal era tomar um semestre inteiro para provar que DEUS não existe. Os estudantes sempre tinham medo de arguí-lo por causa da sua lógica impecável. Por 20 anos ensinou e mostrou que jamais haveria alguém que ousasse contrariá-lo, embora, às vezes surgisse alguém que tentasse, mas nunca o venciam. No final de todo semestre, no último dia, fazia a mesma pergunta a sua classe de 300 alunos: Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé! Em 20 anos ninguém ousou levantar-se. Sabiam o que o professor faria em seguida. Diria: - Porque qualquer um que acredita em Deus é um tolo! Se Deus existe impediria que este giz caísse ao chão e se quebrasse. Esta simples questã provaria que Ele existe, mas, não pode fazer isso! E todos os anos soltava o giz, que caia ao chão partindo-se em pedaços. E todos os estudantes apenas ficavam quietos, vendo a DEMONSTRAÇÃO. A maioria dos alunos pensavam que Deus poderia não existir. Certamente, havia alguns cristãos mas, todos tiveram muito medo de ficar de pé. Bem... há alguns anos chegou a vez de um jovem cristão que tinha ouvido sobre a fama daquele professor. O jovem estava com medo, mas, por 3 meses daquele semestre orou todas as manhãs, pedindo que tivesse coragem de se levantar, não importando o que o professor dissesse ou o que a classe pensasse. Nada do que dissessem abalaria sua fé... ao menos era seu desejo. Finalmente o dia chegou. O professor disse: Se há alguém aqui que ainda acredita em Jesus, que fique de pé! O professor e os 300 alunos viram, atônitos, o rapaz levantar-se no fundo da sala. O professor gritou: - Você é um TOLO!!! Se Deus existe impedirá que este giz caia ao chão e se quebre! E começou a erguer o braço, quando o giz escorregou entre seus dedos, deslizou pela camisa, por uma das pernas da calça, correu sobre o sapato e ao tocar no chão simplesmente rolou, sem se quebrar. O queixo do professor caiu enquanto seu olhar, assustado, seguia o giz. Quando o giz parou de rolar, o professor levantou a cabeça... encarou o jovem e... saiu apressadamente da sala. O rapaz caminhou firmemente para a frente de seus colegas e, por meia hora, compartilhou sua fé em Jesus. Os 300 estudantes ouviram, silenciosamente, sobre o amor de Deus por todos e sobre Seu poder através de Jesus.