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quinta-feira, 8 de outubro de 2015

O vento e o sol

O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando.
– Sei como decidir nosso caso. Aquele que conseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. Você começa, – propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem.
O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se.
O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo setiu calor e despiu o paletó.
Moral da história: O amor constrói, a violência arruína.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Os Três Conselhos

Um casal de jovens recém-casados, era muito pobre e vivia de favores num sítio do interior.
Um dia o marido fez a seguinte proposta a esposa:” Querida… eu vou sair de casa. Vou viajar para bem longe, arrumar um emprego e trabalhar até ter condições para voltar e dar-te uma vida mais digna e confortável.
Não sei quanto tempo vou ficar longe, só peço uma coisa, que você me espere e, enquanto estiver fora, seja fiel a mim, pois eu serei fiel a você “.
Assim sendo o jovem saiu. Andou muitos dias a pé, até que encontrou um fazendeiro que estava precisando de alguém para ajudá-lo em sua fazenda.
O jovem chegou e ofereceu-se para trabalhar e foi aceito. Pediu para fazer um pacto com o patrão, o que também foi aceito.
O pacto seria o seguinte:
” Me deixe trabalhar pelo tempo que eu quiser e quando eu achar que devo ir, o senhor me dispensa das minhas obrigações.
Eu também não quero receber o meu salário. Peço que o senhor o coloque-o na poupança, até o dia em que eu for embora.
No dia em que eu sair o senhor me dá o dinheiro e eu sigo o meu caminho “.
Tudo combinado, aquele jovem trabalhou durante vinte anos, sem férias e sem descanso.
Depois de vinte anos chegou para o patrão e disse: “Patrão, eu quero o meu dinheiro, pois estou voltando para a minha casa”.
O patrão então lhe respondeu:
“Tudo bem, afinal, fizemos um pacto e vou cumpri-lo, só que antes,quero lhe fazer uma proposta, tudo bem?
Eu lhe dou todo o seu dinheiro e você vai embora ou eu lhe dou três conselhos e não lhe dou o dinheiro e você vai embora.
Se eu lhe der o dinheiro eu não lhe dou os conselhos e se eu lhe der os conselhos eu não lhe dou o dinheiro.
Vá para o seu quarto e pense. Depois me dê a resposta “.
Ele pensou durante dois dias, procurou o patrão e disse-lhe: ” Quero os três conselhos “.
O patrão novamente frisou: “Se eu lhe der os conselhos, não lhe dou o dinheiro, certo ” ?!
E o empregado respondeu: ” Quero os conselhos ! ”
O patrão então lhe falou:
1º ) Nunca tome atalhos em sua vida, caminhos mais curtos e desconhecidos podem custar a sua vida;
2º ) Nunca seja curioso para aquilo que é mau, pois a curiosidade para o mau pode ser mortal;
3º ) Nunca tome decisões em momentos de ódio ou de dor, pois você pode se arrepender e ser tarde demais.
Após dar os conselhos, o patrão disse ao rapaz, que já não era tão jovem assim:
” Aqui você tem três pães, dois para você comer durante a viagem e o terceiro e para comer com sua esposa quando chegar a sua casa “.
O homem então, seguiu seu caminho de volta, depois de vinte anos longe e casa e da esposa que ele tanto amava.
Após o primeiro dia de viagem, encontrou um andarilho que o cumprimentou e lhe perguntou:
” Para onde você vai ?”
Ele respondeu:
” Vou para um lugar muito distante que fica a mais de vinte dias de caminhada por esta estrada.
O andarilho disse-lhe então: Rapaz, este caminho é muito longo, eu conheço um atalho que ” é dez ” e você chega em poucos dias.
O rapaz contente, começou a seguir pelo atalho, quando lembrou-se do primeiro conselho.
Então voltou e seguiu o caminho normal. Dias depois soube que o atalho levava a uma emboscada.
Depois de alguns dias de viagem, cansado ao extremo, achou uma pensão a beira da estrada, onde pode hospedar-se.
Pagou a diária e após tomar um banho deitou-se para dormir. De madrugada acordou assustado com um grito estarrecedor.
Levantou-se de um salto só e dirigiu-se a porta para ir até o local do grito.
Quando estava abrindo a porta, lembrou-se do segundo conselho. Voltou, deitou-se e dormiu. Ao amanhecer, após tomar o café, o dono da hospedagem lhe perguntou se ele não havia ouvido um grito e ele disse que havia ouvido.
O hospedeiro disse: ” E você não ficou curioso ? ” – Ele disse que não.
No que o hospedeiro respondeu: ” Você é o primeiro hospede a sair vivo daqui, pois meu filho tem crises de loucura; grita durante a noite e quando o hospede sai, mata-o e enterra-o no quintal. ”
O rapaz prosseguiu na sua longa jornada, ansioso por chegar a sua casa.
Depois de muitos dias e noites de caminhada… Já ao entardecer, viu entre as árvores a fumaça de sua casinha, andou e logo viu entre os arbustos a silhueta de sua esposa.
Estava anoitecendo, mas ele pode ver que ela não estava só. Andou mais um pouco e viu que ela tinha entre seus braços, um homem a quem estava acariciando os cabelos.
Quando viu aquela cena, seu coração se encheu de ódio e amargura e decidiu correr ao encontro dos dois e matá-los sem piedade.
Respirou fundo, apressou os passos, quando lembrou-se do terceiro conselho.
Então parou, refletiu e decidiu dormir aquela noite ali mesmo e no dia seguinte tomar uma decisão.
Ao amanhecer, já com a cabeça fria ele disse:
Não vou matar minha esposa e nem o seu amante. Vou voltar para o meu patrão e pedir que ele me aceite de volta.
Só que antes, quero dizer a minha esposa que eu sempre fui fiel a ela.
Dirigiu-se a porta da casa e bateu. Quando a esposa abre a porta e o reconhece, se atira ao seu pescoço e o abraça afetuosamente.
Ele tenta afastá-la, mas não consegue. Então com lágrimas nos olhos, lhe diz:
” Eu fui fiel a você e você me traiu … ”
Ela espantada lhe responde:
” Como ? Eu nunca te trai, esperei durante esses vinte anos !!! ”
Ele então lhe perguntou:
” E aquele homem que você estava acariciando ontem ao entardecer ?”
E ela lhe disse:
” Aquele homem é nosso filho. Quando você foi embora, descobri que
estava grávida. Hoje ele está com vinte anos de idade. ”
Então o marido entrou, conheceu, abraçou seu filho e contou-lhes toda a sua história,enquanto a esposa preparava o café.Sentaram-se para tomá-lo e comer juntos o último pão.
Após a oração de agradecimento,com lágrimas e emoção, ele parte o pão e ao abri-lo, encontra todo o seu dinheiro, o pagamento por seus vinte anos de dedicação.
Muitas vezes achamos que o atalho ” queima etapas ” e nos faz chegar mais rápido, o que nem sempre é verdade…
Muitas vezes somos curiosos, queremos saber de coisas que nem ao menos nos dizem respeito e que nada de bom nos acrescentará …
Outras vezes, agimos por impulso, na hora da raiva, e fatalmente nos arrependemos depois …
Espero que você, assim como eu, não se esqueça desses três conselhos e não se esqueça também, de CONFIAR, mesmo que a vida, muitas vezes, já tenha lhe dado motivos para a desconfiança.

quinta-feira, 14 de março de 2013

O Pássaro e a Gaiola


Havia em uma cidade do interior do Israel, um homem mui rico chamado Josué. Um dia ele saiu a peregrinar e parou em uma pequena cidade para descansar, e perto da praça central deste vilarejo havia uma casa de pássaros de todas as espécies. Ele ficou maravilhado com a beleza daqueles pássaros, e ofereceu quantia de dinheiro muito boa ao proprietário do local para se apropriar daquele estabelecimento e assim se fez.
Após o fim de sua peregrinação voltou para sua cidade, mas sabia que não poderia deixar àquela nova propriedade a mercê. Então enviou o seu filho primogênito para que ele gerenciasse a bela casa de pássaros.

O filho sendo obediente fez conforme a ordem de seu pai e partiu para a pequena cidade para gerenciar a casa de pássaros.
Após uma semana na gerencia o filho notou que os pássaros não eram tão felizes estando presos em gaiolas, e tendo autoridade completa sobre o estabelecimento resolveu por em liberdade todos os pássaros; E assim ele fez desencadeou todas as gaiolas e exclamou “Sois livres!”. 
No outro dia o filho chegou bem cedo no local, e notou que em uma das gaiolas ainda havia um pássaro, então ele se aproximou e perguntou:
-A gaiola esta aberta, vai-te daqui e conheça os mistérios da sua natureza 
Então o pássaro lhe respondeu: 
-Não irei, acostumei com a prisão da gaiola.
Deus criou os céus e a terra e por ultimo o homem sendo sua imagem e semelhança.
Com o passar dos anos o homem se perdeu e ficou a mercê do diabo, mas Deus sendo zeloso enviou seu filho Jesus para que cuidasse de nós.
 Jesus vendo a humanidade escravizada pelo pecado pagou um alto preço por nós, derramou seu próprio sangue para nos livrar de toda mal, para que pelo seu sacrifício na cruz viéssemos a ter vida com abundância.
Hoje há uma gaiola aberta para humanidade e Jesus nos convida a sair dela.
 Mas talvez você seja como esse pássaro, não quer a liberdade em Cristo, pois já se acostumou com a gaiola.
João 8:32
“E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”
Jesus te ama.

terça-feira, 5 de março de 2013

A caverna do tesouro

Uma mulher pobre passeava com seu filhinho num bosque quando ouviu um voz que vinha de dentro de  uma caverna:
- Aqui dentro há muito ouro, prata e pedras preciosas. Pegue o que quiser.

Meio desconfiada, olhou no interior da caverna e constatou que, de fato, ela estava recheada de tesouros insondáveis.
- Posso mesmo pegar o que quiser?
- Sim, mas, você poderá encher apenas uma sacola e terá apenas dois minutos para escolher o que quer levar. Depois deste tempo, saia correndo, pois a caverna se fechará para sempre com tudo que ainda estiver aqui dentro.

Premida pelo tempo e com tantas opções à sua frente, a mulher escolhia, juntava, trocava, destrocava, ajeitava os objetos na sacola, trocava novamente.
- Agora você tem apenas 10 segundos… 9, 8, 7…
Ela pegou mais umas pedras preciosas.
- 6, 5, 4…

Pegou mais uma bandeja de ouro e saiu correndo.

Já do lado de fora, ainda teve tempo de assistir a entrada da caverna se transformando num imenso paredão de rocha. Olhou a sacola, avaliou o que havia conseguido juntar e concluiu que agora era uma mulher rica e iria poder dar ao seu filho uma vida melhor…
- Meu Deus… meu filho! Meu filho, meu Deus, meu filho…


Na correria, esqueceu seu filho dentro da caverna. Para sempre!

Não deixe a correria da vida fazê-lo
se esquecer das pessoas que você ama.
 


Seja a vossa vida isenta de ganância,
contentando-vos com o que tendes;
porque ele mesmo disse:
Não te deixarei,
nem te desampararei.

Hebreus 13.5
Autor desconhecido.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Quem Tem o Filho, Tem Tudo


Um homem rico e seu filho amavam colecionar obras raras de arte. Eles tinham de tudo em sua coleção, desde Picasso à Rafael. Muitas vezes eles sentavam-se juntos para admirar as grandes obras de arte.

Quando o conflito no Vietnam eclodiu, o filho foi para guerra. Ele era muito corajoso, e morreu numa batalha enquanto salvava outro soldado. O pai foi notificado e entristeceu-se profundamente pela perda de seu único filho.

Cerca de um mês mais tarde, pouco antes do Natal, ouviu-se uma batida na porta. Um jovem estava parado na frente da casa com um pacote grande nas mãos. Ele disse: "O senhor não me conhece, mas eu sou o soldado por quem seu filho deu a vida. Ele salvou muitas vidas naquele dia, e estava me carregando, ferido, para a segurança, quando uma bala o atingiu no coração e ele morreu instantaneamente. Ele sempre falou sobre você, e seu amor pela arte.

O rapaz estendeu seu pacote. "Eu sei que isso não é muito. Eu não sou realmente um grande artista, mas acho que seu filho gostaria que você recebesse isto".

O pai abriu o pacote. Era um retrato de seu filho, pintado pelo jovem. Ele se assustou com a forma como o soldado havia capturado a personalidade do jovem naquela pintura. O pai estava tão atraído pela expressão dos olhos do filho na pintura, que os seus próprios olhos se encheram de lágrimas. Ele agradeceu ao jovem e ofereceu pagar-lhe o quadro.

"Oh, não senhor, eu mesmo nunca poderia pagar o que seu filho fez por mim. É um presente".

O pai pendurou o retrato sobre a sua lareira. Todos os visitantes que vinham à sua casa ele levava para ver o retrato de seu filho, antes de mostrar-lhes qualquer uma das outras grandes obras que havia coletado.
Aquele homem morreu alguns meses mais tarde. Foi então realizado um grande leilão de suas pinturas. Muitas pessoas influentes estavam reunidas, animadas de ver as grandes obras e ter a oportunidade de comprar uma para sua coleção. Na plataforma estava o retrato do filho.

O leiloeiro bateu o martelo. "Começaremos o leilão com a pintura do filho. Quem pagará mais por essa pintura?"

Houve um grande silêncio. Então uma voz no fundo da sala, gritou. "Queremos ver as pinturas famosas. Deixe esta de lado." Mas o leiloeiro persistiu. "Alguém pagará algo por essa pintura? Quem vai iniciar a licitação? 100 dólares, 200 dólares?"

Outra voz gritou, com raiva: "Não viemos aqui para ver essa pintura. Viemos para ver os Van Goghs, os Rembrandts. Avance para os lances reais!" Mas ainda assim o leiloeiro continuou. "O filho! O filho! Quem levará o filho?"

Finalmente, uma voz se fez ouvir lá do fundo da sala. Era o jardineiro do homem e de seu filho. "Eu darei 10 dólares pela pintura." Sendo um homem pobre, era tudo o que podia pagar. "Temos 10 dólares, quem pagará 20 dólares?" disse o leiloeiro.

"Dê a ele por 10 dólares! Vamos ver os mestres."

"10 dólares é o lance atual, ninguém faz um lance de 20 dólares?"

 A multidão estava ficando irritada. Eles não queriam a pintura do filho. Eles queriam trazer mais investimentos para as suas coleções.

O leiloeiro bateu o martelo. "Dou-lhe uma, duas, vendido por 10 dólares!" Um homem sentado na segunda fila gritou. "Agora vamos continuar com a coleção!"

O leiloeiro baixou o martelo. "Lamento, o leilão acabou."

"E as outras pinturas?"

"Sinto muito. Quando fui chamado pra conduzir esse leilão, disseram-me um segredo que havia sido estipulado no testamento. Eu não tinha permissão para revelar nada até esse exato momento. Somente a pintura do filho seria leiloada. Quem comprasse essa pintura herdaria toda a propriedade, incluindo as pinturas. O homem que levou o filho fica com tudo! "

...

Deus deu seu filho, dois mil anos atrás, para morrer numa cruz cruel. Assim como o leiloeiro, Sua mensagem de hoje é: "O filho, o filho, quem levará o filho?" Porque, você sabe, quem tem o Filho fica tudo.

  "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. "  João 3:1

   Autor: Woodrow Kroll

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O Valor da Bíblia



Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes. Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida dirigindo-se a eles, explicou o motivo de, os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta.

Essa foi á pergunta feita: 
O que você prefere receber agora: está Bíblia ou este valor em dinheiro?

Eu gostaria de receber a Bíblia (respondeu pela ordem o COCHEIRO). Mas como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante útil! Recebeu então a nota de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Ele pediu-lhe que permanecesse em seu lugar. Era a vez do JARDINEIRO, fazer a sua escolha e escolhendo bem as palavras, falou: Minha mulher está adoentada e por está razão tenho necessidade do dinheiro. Em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia. Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora pela ordem falaria a COZINHEIRA, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta: Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo. Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; sendo assim, prefiro o dinheiro, informou a ARRUMADEIRA em poucas palavras. Finalmente, chegou a vez do PEQUENO MENSAGEIRO. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe: Certamente você também irá preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?

Então respondeu o pequeno mensageiro: Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir aBÍBLIA. Minha mãe me ensinou que a PALAVRA DE DEUS é mais desejável do que o OURO. 

Ao receber o bonito volume, o menino FELIZ o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras páginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o SEU ERRO eENVERGONHADOS deixaram o recinto. 

A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: "Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a VALORIZAR a PALAVRA DE DEUS".

Pense agora: 
"O que pode ser mais VALIOSO do que a PALAVRA DE DEUS?"

OBS: Repare que o Pequeno Mensageiro poderia ter aceitado o dinheiro e comprado algo para ele. Mas ele preferiu a Bíblia, a palavra de Deus. Ele não valorizou o dinheiro que lhe ofereceram, mas deu VALOR a Bíblia que é mais desejável do que o OURO. E Deus o honrou com a sua escolha.

Quantos dariam VALOR a Palavra de Deus? Poucos! Porque muitos olham o Dinheiro como se fosse tudo na vida. Mas na verdade DEUS é TUDO. Dinheiro não lhe dará SALVAÇÃO.

Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.
Basta aceitarmos o que Ele nos oferece..

terça-feira, 27 de novembro de 2012

A ESCOLHA É SUA!!!!!!!!!!!!!!





"Não vos enganeis: de Deus não se zomba; pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará". (Gálatas 7:6)

Livre arbítrio quer dizer livre escolha, livre opção. Em todas as situações da vida, sempre temos duas ou mais possibilidades para escolher. E a cada momento a vida nos exige decisão. Sempre temos que optar entre uma ou outra atitude. Desde que abrimos os olhos, pela manhã, estamos optando entre uma atitude ou outra. Ao ouvir o despertador podemos escolher entre abrir a boca para lamentar por não ser nosso dia de folga ou para agradecer a Deus por mais um dia de oportunidades, no corpo físico.

Ao encontrarmos o nosso familiar que acaba de se levantar, podemos escolher entre resmungar qualquer coisa, ficar calado, ou desejar, do fundo da alma, um bom dia. Quando chegamos ao local de trabalho, podemos optar entre ficar de bem com todos ou buscar o isolamento, ou, ainda, contaminar o ambiente com mau humor.


Conta um médico que trata de pacientes com câncer, que as atitudes das pessoas variam muito, mesmo em situações parecidas. Diz ele que duas de suas pacientes, quase da mesma idade, tiveram que extirpar um seio por causa da doença. Uma delas ficou feliz por continuar viva e poder brincar com os netos, a outra optou por lamentar pelo seio que havia perdido, embora também tivesse os netos para curtir.

Quando alguém o ofende, você pode escolher entre revidar, calar-se ou oferecer o tratamento oposto. A decisão sempre é sua. O que vale ressaltar é que todas as ações terão uma reação correspondente, como consequência. E essa reação é de nossa total responsabilidade. E isso deve ser ensinado aos filhos desde cedo. Caso a criança escolha agredir seu colega e leve uns arranhões, deverá saber que isso é resultado da sua ação e, por conseguinte, de sua inteira responsabilidade.

Tudo na vida está sujeito à lei de causa e efeito: para uma ação positiva, um efeito positivo, para uma ação infeliz, o resultado correspondente. Se você chega ao trabalho bem humorado, alegre, radiante, e encontra seu colega de mau humor, você pode decidir entre sintonizar na faixa dele ou fazer com que ele sintonize na sua.

Você tem ainda outra possibilidade e escolha: ficar na sua. Todavia, da sua escolha dependerá o resto do dia. E os resultados lhe pertencem.

Jesus ensinou que a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória. Pois bem, nós estamos semeando e colhendo o tempo todo. Se semeamos sementes de flores, colheremos flores, se plantamos espinheiros, colheremos espinhos.


Não há outra saída. Mas o que importa, mesmo, é saber que a opção é nossa. Somos livres para escolher, antes de semear. Aí é que está a justiça divina. Mesmo as semeaduras que demoram bastante tempo para germinar, um dia darão seus frutos. São aqueles atos praticados no anonimato, na surdina, que aparentemente ficam impunes. Um dia, ainda que seja numa existência futura, eles aparecerão e reclamarão colheita.

Igualmente os atos de renúncia, de tolerância, de benevolência, que tantas vezes parecem não dar resultados, um dia florescerão e darão bons frutos e perfume agradável. É só deixar nas mãos do jardineiro divino, a quem chamamos de Criador.

Texto transcrito - Desconheço a autoria do texto