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terça-feira, 12 de junho de 2012
Grandes esforços, grandes recompensas
sexta-feira, 8 de junho de 2012
A história do Jerry
Jerry é um tipo de pessoa que você iria amar.
Ele estava sempre de bom humor e tinha sempre algo positivo para dizer.
Quando alguém lhe perguntava: "Como você está Jerry?"
Ele respondia: "Melhor que isso, só dois disso!"
Ele era o único gerente de uma cadeia de restaurantes, que fazia todos os garçons seguirem seu exemplo.
A razão dos garçons seguirem o exemplo de Jerry era por causa de suas atitudes.
Ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mal dia, Jerry prontamente estava lá, explicando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação.
Observar o seu estilo, realmente me deixava curioso...então um dia eu perguntei para Jerry: "Como é que você pode ser uma pessoa positiva o tempo todo? Como você consegue?"
E ele respondeu: "Todas as manhãs eu acordo e digo a mim mesmo: Jerry, você tem duas escolhas hoje. Escolher estar positivo ou estar negativo.
Então eu escolho estar positivo. A todo momento acontece alguma coisa desagradável, e eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso.
Eu escolho aprender algo com isso!
Todo momento alguém vem reclamar da vida comigo e eu posso escolher aceitar a reclamação, ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa.
Eu escolho apontar o lado positivo da vida."
Então eu argumentei:
"Tá certo!!! Mas não é tão fácil assim!!!"
"É fácil sim", disse Jerry..."A vida consiste em escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas, o livre arbítrio.
Você escolhe como reagir às situações.
Você escolhe como as pessoas irão afetar o seu humor.
Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou nervoso...
Em suma: É você quem escolhe como viver sua vida!!!"
Eu parei e refleti no que Jerry disse.
Algum tempo depois eu deixei o restaurante para abrir meu próprio negócio.
Nós perdemos o contato, mas freqüentemente eu pensava nele quando eu tomava a decisão de viver ao invés de ficar reagindo às coisas.
Alguns anos mais tarde, soube que Jerry havia feito algo que nunca se deve fazer em se tratando de restaurantes: Ele deixou a porta dos fundos aberta e, em conseqüência, foi rendido por três assaltantes armados.
Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervoso, errou a combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Jerry foi encontrado relativamente rápido e foi levado às pressas ao pronto-socorro local.
Depois de 18 horas de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Jerry foi liberado do hospital com alguns fragmentos de bala, ainda em seu corpo.
Encontrei com Jerry 6 meses após o acidente.
Quando eu perguntei: "Como você está Jerry?"
Ele respondeu: "Melhor que isso, só dois disso!!! Quer ver minhas cicatrizes?"
Enquanto eu olhava as cicatrizes, eu lhe perguntei o que passou pela mente dele quando os ladrões invadiram o restaurante.
"A primeira coisa que veio a minha cabeça, foi que eu devia ter trancado a porta dos fundos...", respondeu ele.
"Então depois, quando eu estava baleado no chão, eu lembrei que tinha duas escolhas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver."
Eu perguntei: "Você não ficou com medo? Você não perdeu os sentidos?"
Jerry continuou: "Os paramédicos eram ótimos! Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem.
Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergência e vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras, naquele momento eu fiquei com medo!
Nos seus olhos eu lia: Ele é um homem morto.
Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa."
"E o que você fez?", perguntei.
"Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas...
Ela me perguntou se eu era alérgico a alguma coisa...
Sim, eu respondi.
Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente esperando por minha resposta...
Eu respirei fundo e respondi: Sou alérgico a balas! Enquanto eles riam eu disse: Eu estou escolhendo viver. Me operem como se eu estivesse vivo, não morto!"
Jerry sobreviveu somente graças a DEUS, a experiência e habilidade dos médicos, mas por causa de sua atitude espetacular.
Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo. É só pedir a DEUS, que todos os dias abençoe cada ato que você realizar e que ELE dê sempre a direção a ser tomada na sua vida e nas suas decisões. Sem a mão de DEUS é impossível continuar vivendo.
Você agora tem duas escolhas:
Esquecer que leu a história de Jerry, ou contá-la ou enviá-la para outras pessoas.
A sua decisão refletirá na sua maneira de vida: positivista ou negativista.
Você pode escolher viver uma vida plena com DEUS, ou viver a sua vida de uma maneira totalmente desordenada e fora dos caminhos do PAI.
A ESCOLHA É SOMENTE SUA...
Autor Desconhecido.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
CACHORRO À VENDA
Um menino pergunta o preço dos filhotes à venda. - "Entre 30 e 50 dólares", respondeu o dono da loja. O menino puxou uns trocados do bolso e disse:- "Eu só tenho 2,37 dólares, mas eu posso ver os filhotes?"O dono da loja sorriu e chamou "Lady", que veio correndo,seguida de cinco bolinhas de pelo. Um dos cachorrinhos vinha mais atrás, mancando de forma visível. Imediatamente o menino apontou aquele cachorrinho perguntou:- "O que é que há com ele?"O dono da loja explicou que o veterinário tinha examinado e descoberto que ele tinha um problema na junta do quadril,sempre mancaria e andaria devagar.O menino se animou e disse:-"Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!"O dono da loja respondeu:- "Não, ele, eu lhe dou de presente!"O menino ficou transtornado e, olhando bem na cara do dono da loja, com o seu dedo apontado, disse:- "Eu não quero que você o de para mim. Aquele cachorrinho vale tanto quanto qualquer um dos outros e eu vou pagar tudo. Na verdade, eu lhe dou 2,37 dólares agora e 50centavos por mês, até completar o preço total”.O dono da loja contestou:- "Você não pode querer realmente comprar este cachorrinho. Ele nunca vai poder correr, pular e brincar com você e com os outros cachorrinhos!" Ai, o menino abaixou e puxou a perna esquerda da calça para cima, mostrando a sua perna com um aparelho para andar.Olhou bem para o dono da loja e respondeu:- "Bom, eu também não corro muito bem e o cachorrinho vai precisar de alguém que entenda isso."Muitas vezes desprezamos as pessoas com as quais convivemos diariamente, simplesmente por causa dos seus"defeitos", quando na verdade, somos tão iguais ou pior do que alguém que as compreendam e as amem não pelo que elas podem fazer, mas pelo que são.
É difícil, mas não impossível.
Que Jesus, que nos amou e nos ama incondicionalmente, derrame sobre nós hoje e sempre o verdadeiro sentido da palavra Amor.
Autor desconhecido
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Escrever na Areia
Certa feita, dois amigos, Mussa e Nagib, viajavam pelas estradas que recortam as tristes e sombrias montanhas da Pérsia. Eram nobres e ricos e andavam acompanhados por seus servos e ajudantes. Certa manhã chegaram as margens de um grande rio barrento e impetuoso. Para que continuassem o caminho, era preciso transpor a corrente ameaçadora. Porém, ao saltar de uma pedra, Mussa foi infeliz e caiu no torvelinho espumante das águas em revolta. Teria ali perecido, arrastado para o abismo, se não fosse Nagib. Este, sem a menor hesitação, atirou-se à correnteza, livrando da morte seu companheiro de jornada. Mussa, já sob uma coberta quente e confortável, ordenou que o mais hábil de seus servos gravasse na face lisa de uma pedra, que ali se erguia, esta legenda admirável. O servo gravou: "VIAJANTE, NESTE LUGAR COM RISCO DA PRÓPRIA VIDA, NAGIBSALVOU HEROICAMENTE SEU AMIGO MUSSA". Feito isso, prosseguiram com suas caravanas pelos caminhos do Oriente. Cinco meses depois, durante a viajem de regresso, encontravam-se os dois amigos naquele mesmo lugar perigoso e trágico. E, como estavam fatigados resolveram repousar à sombra acolhedora da pedra que ostentava a honrosa inscrição feita por Mussa. Já acomodados na areia clara, começaram a conversar, e, eis que por motivo fútil, surgiu de repente grave desavença entre os dois companheiros. Discordaram. Discutiram. E então Nagib exaltado em um ímpeto de grande cólera esbofeteou brutalmente o amigo. Mussa, sem dizer palavra alguma, não revidou a ofensa. Ergueu-se e tomando tranqüilo o seu bastão andou até a margem do grande rio. Ali escreveu na areia, ao pé do negro rochedo: "VIAJANTE, NESTE LUGAR POR MOTIVO FÚTIL, NAGIB INJURIOU GRAVEMENTE SEU AMIGO MUSSA". Surpreendido com o estranho ato, um dos ajudantes de Mussa observou respeitosamente: — Senhor, da primeira vez, para exaltar a coragem de Nagib, mandaste gravar na pedra o feito heróico. E agora que ele acaba de ofendê-lo tão gravemente, o senhor limita-se a escrever na areia incerta o ato de covardia.— acrescentou mais: — A primeira legenda ficará para sempre. Todos os que transitarem por este sítio, dela terão notícia. Esta outra, porém, riscada na areia, antes do cair da tarde terá desaparecido! Mussa fitou o humilde servo e esclareceu: — A razão é simples. O beneficio que recebi de Nagib permanecerá para sempre em meu coração. Mas a injúria... essa negra injúria... escrevo na areia, com o voto de que ela desapareça rapidamente não só do local onde a registrei mas também das minhas lembranças.Meu amigo, ai está a grande verdade. Aprenda a gravar na pedra os favores que você recebe os benefícios que lhe fazem as palavras de carinho, simpatia e outras tantas que ouvir. Porém aprenda a escrever na areia as injurias as ingratidões, as ironias que lhe ferirem a vida. Só dessa maneira serás feliz.
"Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós;" Mateus 6:14.
terça-feira, 5 de junho de 2012
CONTO DA BIBLIA
Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e seu comportamento eram uma decepção para seus pais que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.
Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo:
"Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente."
Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar.
O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau! O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços.
Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso Medicina.
Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel. Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente.
Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa, o presente era uma BÍBLIA. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.
A partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava noticias à família.
O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai.
Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu.
No enterro a mãe entregou ao filho, indiferente, a BÍBLIA que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás.
De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abrí-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia:
"Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: a BÍBLIA SAGRADA. Nela aprenderás o amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
Corroendo de remorso, o filho caiu em profundo pranto...
Autoria Desconhecida
segunda-feira, 4 de junho de 2012
A Caixa Cheia de Beijinhos...
Um dia um homem castigou a filha de três anos por desperdiçar um rolo de papel dourado de embrulhar presentes.
O dinheiro andava escasso naqueles dias, razão pela qual o homem ficou furioso ao ver a menina envolver uma caixinha com aquele papel dourado
e colocá-la na árvore de Natal.
Apesar de tudo, na manhã seguinte, a menininha levou o presente ao pai e disse: "Isto é para si, paizinho!".
Ele sentiu-se envergonhado da sua furiosa reação, mas voltou a "explodir" quando viu que a caixa estava vazia.
Gritou, enquanto dizia: --Tu não sabes que quando se dá um presente a alguém, coloca-se alguma coisa dentro da caixa?"
A menina olhou para o pai com lágrimas nos olhos e disse:
--Oh, Paizinho, não está vazia.
Eu soprei beijos para dentro da caixa.
Todos para si, Paizinho.
O pai quase morreu de vergonha, abraçou a menina e suplicou que ela o perdoasse.
Dizem que o homem guardou a caixa dourada ao lado da sua cama por anos e sempre que se sentia triste, chateado, deprimido, ele recebia um beijo imaginário e recordava o Amor que a sua filha havia posto ali.
De uma forma simples, mas sensível, cada um de nós humanos temos recebido uma caixinha dourada, cheia de Amor incondicional e beijos de nossos pais, filhos, irmãos e amigos......
Ninguém poderá ter uma propriedade ou posse mais bonita do que esta.
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Ostras e Pérolas
Uma ostra que não foi ferida não produz pérolas…
Pérolas são produtos da dor, resultados da entrada de uma substância estranha ou indesejável no interior da ostra, como um parasita ou um grão de areia.
Na parte interna da concha é encontrada uma substância lustrosa chamada NÁCAR.
Quando um grão de areia a penetra, as células do NÁCAR começam a trabalhar e cobrem o grão de areia com camadas e mais camadas,
para proteger o corpo indefeso da ostra.
Como resultado uma linda pérola vai sendo formada.
Uma ostra que não foi ferida, de modo algum pode dar conceber uma pérola, pois a pérola é uma ferida cicatrizada.
Já te sentiste ferida/o pelas palavras rudes de alguém?
Já foste acusada/o de teres dito coisas que não disseste?
Já foste rejeitada/o?
Já sofreste duros golpes de preconceitos?
Se assim é, é o tempo certo de criares a tua pérola.
Cobre as tuas mágoas com várias camadas de AMOR.
Infelizmente, são poucas as pessoas que se interessam em melhorar ou curar-se.
A maioria aprende apenas a cultivar ressentimentos, deixando as feridas abertas, alimentando-as com vários tipos de sentimentos pequenos e, portanto, não permitindo que cicatrizem.
Assim na prática o que vemos são muitas ostra vazias, não porque não tenham sido feridos/as, mas porque não souberam perdoar, compreender e transformar a dor em AMOR.
Um sorriso – um olhar – um gesto – na maioria das vezes funciona melhor do que mil palavras.
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