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sábado, 28 de abril de 2012

AS PONTES DA UNIÃO

Dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito.Foi a primeira grande desavença em toda uma vida de trabalho lado a lado.Mas agora tudo havia mudado. O que começou com um pequeno mal entendido, finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. -Estou procurando trabalho, disse ele. Talvez você tenha algum serviço para mim. -Sim, disse o fazendeiro. Claro! Vê aquela fazenda alí, além do riacho? É do meu vizinho. Na realidade, do meu irmão mais novo. Nós brigamos e não posso mais suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira ali no celeiro? Pois use para construir uma cerca bem alta. -Acho que entendo a situação, disse o carpinteiro. Mostre-me onde estão a pá e os pregos. O irmão mais velho entregou o material e foi para a cidade.O homem ficou ali cortando, medindo, trabalhando o dia inteiro.Quando o fazendeiro chegou, não acreditou no que viu: em vez de cerca, uma ponte foi construída ali, ligando as duas margens do riacho. Era um belo trabalho, mas o fazendeiro ficou enfurecido e falou: -Você foi atrevido construindo essa ponte depois de tudo que lhe contei. Mas as surpresas não pararam aí. Ao olhar novamente para a ponte viu o seu irmão se aproximando de braços abertos. Por um instante permaneceu imóvel do seu lado do rio. O irmão mais novo então falou: -Você realmente foi muito amigo construindo esta ponte depois do que eu lhe disse.De repente, num só impulso, o irmão mais velho correu na direção do outro e abraçaram-se, chorando no meio da ponte. O carpinteiro que fez o trabalho partiu com sua caixa de ferramentas. -Espere, fique conosco! Tenho outros trabalhos para você. E o carpinteiro respondeu: -Eu adoraria, mas tenho outras pontes a construir… Já pensou como as coisas seriam mais fáceis se parássemos de construir cercas e muros e passássemos a construir pontes com nossos familiares, amigos, colegas do trabalho e principalmente nossos inimigos?… Obs.: "Que exista sempre essa ponte que nos une". (Charles Kattering)

quinta-feira, 19 de abril de 2012

TORNE-SE OCEANO

Bom dia meus amigos do Blog, vocês devem estar estranhando o meu sumiço. É que eu estou de licença médica por problemas na coluna, tenho sofrido muito com isso. Fui a um especialista e ele disse que só cirurgia, que já estou esperando. Como em casa não tenho internet, aliás não tinha, hoje o Gil vai instalar em casa, fiquei sem postar as mensagens, mas agora tudo vai ficar normal. Torne-se Oceano Diz-se que, mesmo antes de um rio cair no oceano, ele treme de medo. Olha para trás, para toda a jornada: os cumes, as montanhas, o longo caminho sinuoso através das florestas, através dos povoados, e vê à sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é do que desaparecer para sempre. Mas não há outra maneira. O rio não pode voltar. Ninguém pode voltar. Voltar é impossível na existência. Você pode apenas ir em frente. O rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque apenas o rio saberá que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano. Por um lado é desaparecimento e por outro lado é renascimento.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

OS FILHOS QUE ESTAMOS CRIANDO (Leiam com atenção)

Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de > > gerente de uma grande empresa. > > > > Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última entrevista e > > tomou a última decisão. > > > > O diretor descobriu através do currículo que as suas realizações > > acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até > > à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse > > pontuado com nota máxima. > > > > O diretor perguntou: "Tiveste alguma bolsa na escola?" O jovem > > respondeu: "nenhuma". > > > > O diretor perguntou: "Foi o teu pai que pagou as tuas mensalidades?" O > > jovem respondeu: "O meu pai faleceu quando tinha apenas um ano, foi a > > minha mãe quem pagou as minhas mensalidades." > > > > O diretor perguntou: "Onde trabalha a tua mãe?" E o jovem respondeu: > > "A minha mãe lava roupa." > > > > O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem > > mostrou um par de mãos macias e perfeitas. > > > > O diretor perguntou: "Alguma vez ajudaste a tua mãe a lavar as > > roupas?" O jovem respondeu: "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu > > estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa > > mais depressa do que eu." > > > > O diretor disse: "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltares, vais e > > limpas as mãos da tua mãe, e depois vens ver-me amanhã de manhã." > > > > O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando > > chegou a casa, pediu feliz à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A > > mãe achou estranho, estava feliz mas com um misto de sentimentos e > > mostrou as suas mãos ao filho. > > > > O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe > > enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe > > estavam muito enrugadas, e havia demasiadas contusões nas suas mãos. > > Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpas com > > água. > > > > Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que > > lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões > > nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência > > acadêmica e o seu futuro. > > > > Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as > > restantes roupas pela sua mãe. > > > > Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo. > > > > Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor. > > > > O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou: > > "Diz-me, o que fizeste e aprendeste ontem em tua casa?" > > > > O jovem respondeu: "Eu limpei as mãos da minha mãe, e ainda acabei de > > lavar as roupas que sobraram." > > > > O diretor pediu, "Por favor diz-me o que sentiste." > > > > O jovem disse: "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha > > mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e > > ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter > > algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma > > relação familiar." > > > > O diretor disse: "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero > > recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que > > conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas, e uma > > pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. > > Estás contratado." > > > > Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos > > seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e > > como equipe. > > O desempenho da empresa melhorou tremendamente. > > > > > > Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis, > > vai desenvolver- se mentalmente e vai sempre colocar-se em primeiro. > > Vai ignorar os esforços dos seus pais, e quando começar a trabalhar, > > vai assumir que toda a gente o deve ouvir e quando se tornar gerente, > > nunca vai saber o sofrimento dos seus empregados e vais sempre culpar > > os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas > > academicamente, podem ser bem sucedidas por um bocado, mas > > eventualmente não vão sentir a sensação de objetivo atingido. Vão > > resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais. Se somos este tipo > > de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o > > nosso filho? > > > > Pode deixar o seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, > > aprender piano e ver televisão num grande plasma. Mas quando cortar a > > relva, por favor deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, > > deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Isto > > não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque > > o quer amar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o > > quão ricos os seus pais são, um dia ele vai envelhecer, tal como a mãe > > daquele jovem. A coisa mais importante que os seus filhos devem > > entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e > > aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as > > coisas. > > > > > > Quais são as pessoas com mãos enrugadas por mim?

quarta-feira, 11 de abril de 2012

A dedicação

Um menino, com voz tímida e os olhos cheios de admiração, pergunta ao pai, quando este retorna do trabalho: —Pai, quanto o senhor ganha por hora? O pai, num gesto severo, responde: —Escuta aqui meu filho, isto nem a sua mãe sabe. Não amole, estou cansado! Mas o filho insiste: —Mas papai, por favor, diga, quanto o senhor ganha por hora? A reação do pai foi menos severa e respondeu: —Três reais por hora. —Então, papai, o senhor poderia me emprestar um real? O pai, cheio de ira e tratando o filho com brutalidade, respondeu: —Então essa era a razão de querer saber quanto eu ganho? Vá dormir e não me amole mais! Já era noite, quando o pai começou a pensar no que havia acontecido e sentiu-se culpado. Talvez, quem sabe, o filho precisasse comprar algo. Querendo descarregar sua consciência doida, foi até o quarto do menino e, em voz baixa, perguntou: —Filho, está dormindo? —Não, papai! – o garoto respondeu sonolento e choroso. —Olha, aqui está o dinheiro que você me pediu: Um real. —Muito obrigado, papai! – disse o filho, levantando-se e retirando mais dois reais de uma caixinha que estava sob a cama. —Agora já completei, papai! Tenho três reais. Poderia me vender uma hora de seu tempo?

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Errar é Preciso

Uma sábia reflexão nos diz que quem arrisca novos projetos pode errar, mas quem não arrisca... já errou. É a ousadia dos que se arriscam que move o mundo. E o erro foi desde sempre companheiro, conselheiro e estímulo da humanidade. Se o homem permanecesse estático ou temeroso diante do medo de errar não teria evoluído tanto. Entretanto, o erro jamais será objetivo de alguém. O objetivo é acertar, não somente porque errar gera frustração, mas sobretudo porque o homem caminha em busca da perfeição, mesmo consciente de que nem sempre poderá alcançá-la. Mas essa caminhada deve ser confiante, serena, possibilitando a reflexão contínua. Nesse sentido, os erros nos levam necessariamente à reflexão. A mentes vaidosas, soberbas, em geral, procurarão uma justificativa para o erro, até mesmo tentando negá-lo. Isso não deixa ser uma reflexão, porém de metodologia equivocada, proveniente do orgulho egoísta dos que se arrogam infalibilidade, superioridade em relação aos demais. As mentes sadias, por outro lado, tenderão a buscar os porquês de seus erros e as correções de percurso. Isso é reflexão salutar. Um acerto pode nos servir de motivação para melhorarmos, mas um erro pode nos provocar muito mais, estimulando-nos. Imagine-se de quantas tentativas e erros a ciência se valeu para chegar aos patamares atuais! Da mesma forma, nossas tentativas e erros diante das contradições da existência podem nos conduzir positivamente no processo de aperfeiçoamento interior, pois nos levam a refletir, a rever, a pensar. Finalmente, vale lembrar que erros e acertos têm relação direta com a forma de encararmos a vida. Crer é poder. Pense positivo. Acredite. Confie. Encha sua vida de otimismo. Expulsando o pessimismo de seu cotidiano, você certamente vai errar cada vez menos, acertando sempre mais. Oriza Martins

quarta-feira, 4 de abril de 2012

A Bomba d' água



Contam que um certo homem estava perdido no deserto, prestes a morrer de sede. Foi quando ele chegou a uma casinha velha - uma cabana desmoronando - sem janelas, sem teto, batida pelo tempo.
O homem perambulou por ali e encontrou uma pequena sombra onde se acomodou, fugindo do calor do sol desértico.

Olhando ao redor, viu uma bomba a alguns metros de distância, bem velha e enferrujada. Ele se arrastou até ali, agarrou a manivela, e começou a bombear sem parar. Nada aconteceu. Desapontado, caiu prostrado para trás e notou que ao lado da bomba havia uma garrafa. Olhou-a, limpou-a, removendo a sujeira e o pó, e leu o seguinte recado:
"Você precisa primeiro preparar a bomba com toda a água desta garrafa,
meu amigo.
PS.: Faça o favor de encher a garrafa outra vez antes de partir."

O homem arrancou a rolha da garrafa e, de fato, lá estava a água. A garrafa estava quase cheia de água! De repente, ele se viu em um dilema: Se bebesse aquela água poderia sobreviver, mas se despejasse toda a água na
velha bomba enferrujada, talvez obtivesse água fresca, bem fria, lá no fundo do poço, toda a água que quisesse e poderia deixar a garrafa cheia pra próxima pessoa... mas talvez isso não desse certo.

Que deveria fazer? Despejar a água na velha bomba e esperar a água fresca e fria ou beber a água velha e salvar sua vida? Deveria perder toda a água que tinha na esperança daquelas instruções pouco confiáveis, escritas não
se sabia quando? Com relutância, o homem despejou toda a água
na bomba. Em seguida, agarrou a manivela e começou a bombear... e a bomba começou a chiar. E nada aconteceu!

E a bomba foi rangendo e chiando. Então surgiu um fiozinho de água; depois um pequeno fluxo, e finalmente a água jorrou com abundância!
A bomba velha e enferrujada fez jorrar muita, mas muita água fresca e cristalina. Ele encheu a garrafa e bebeu dela até se fartar. Encheu-a
outra vez para o próximo que por ali poderia passar, arrolhou-a e acrescentou uma pequena nota ao bilhete preso nela:
"Creia-me, funciona! Você precisa dar toda a água antes de poder obtê-la de volta!"


- Autoria Desconhecida -

terça-feira, 3 de abril de 2012

PÁSCOA: feriadão ou momento de reflexão e renovação para nos tornarmos pessoas melhores?



JESUS CRISTO

Sua proposta de vida não foi entendida por muitos.
Condenaram este homem e crucificaram-no ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
Por três dias o sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que o terceiro dia a vida acontecia.

A páscoa existe para nos lembrar deste momento inigualável chamado ressurreição.
Ressurreição do sorriso, da alegria de viver, do amor.
Ressurreição da amizade, da vontade de ser feliz.
Ressurreição dos sonhos, das lembranças.

E de uma verdade que está acima dos ovos de chocolates ou até dos coelhinhos da páscoa.
Cristo morreu, mas ressuscitou.

E fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações.

Que este seja o verdadeiro sentido da minha, da sua, da nossa Páscoa, que possamos encontrar amor, carinho, paz, fraternidade, companheirismo, porque isso sim é o verdadeiro sentido da Páscoa.

Feliz Páscoa